terça-feira, 17 de janeiro de 2012

A VIDA

Como seres humanos sentimos a necessidade de buscar no passado significado para o presente, relembrar fatos importantes que deram rumo a nossa vida. Há muito tempo o único meio de se preservar a história era por relatos passado de pai para filho (ainda em tribos isso acontece, “as crianças indígenas desenvolvem habilidades e aprendem os mitos dos ancestrais por meio da educação difusa, no convívio com os adultos” Maria Lúcia A. Aranha, p. 33, 2006). 
Momentos vividos em família sempre trás recordações para serem contadas, são tantas festas, almoços, jantares realizados junto que sempre resulta em uma história posterior. Uma vez ouvi que a maior riqueza da vida não são os bens matérias e sim as pessoas que você ama. Viver em um palácio sozinha só trás solidão.
A beleza da vida esta nas pequenas coisas, nos lírios do campo, no amanhecer, no pôr-do-sol, no som da voz dos seus avós, contando várias histórias de sua mocidade. Sentar em uma cadeira de balanço e contemplar o horizonte. No sorriso de uma criança, no abraço dos pais...
As memórias familiares são riquezas que possuímos, é a nossa história, é o que somos hoje. Todo mundo tem histórias para contar, muitas delas foram perdidas com o tempo, por ter sido passada oralmente, mas ainda assim ela existe para ser lembrada.






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