sexta-feira, 14 de setembro de 2012

VÃO


Essa foi a música que o Diogo cantou no primeiro sábado na igreja sem a presença da minha querida mãe. Eu gosto da letra pelo fato de falar exatamente como me sinto. O mundo continuava a ser mundo, as casas continuavam no mesmo lugar, a faculdade tinha o mesmo endereço, as pessoas que estudavam nela também, mas tudo parecia ser diferente, a essência continuava a mesma, mas o vão de uma ausência estava deixando um vaco, um abismo no meu coração.
A AUSÊNCIA DE UMA PESSOA PODE MUDAR TUDO AO NOSSO REDOR. SINTO SUA FALTA.


 “É a mesma aragem que levanta as folhas

A mesma paisagem da minha janela
E os muros caiados
Os motores ao longe
E o machar dos ponteiros...
Seria tudo a mesma essência
Não fosse o vão de uma ausência
E o vácuo que ela fez
Não fosse o vão de uma ausência
E o vácuo que ela fez.
Existe no entanto

Um bálsamo Divino
Que seca o meu pranto
E amortece a dor
Eis que apenas dorme
Para logo despertar
Quando enfim Cristo chamar...
Para levar à Sua Cidade
Pra conceder a eternidade
Todos juntos outra vez
Bem-aventurados todos

Que desde agora e até o fim
Dormem no Senhor
Suas obras vão com eles,
Sua coroa está guardada
Será o fim de toda dor,
O fim de toda a dor
Bem-aventurados todos
Que dormem no Senhor
Os que morreram na esperança

Da volta de Jesus
Receberão a boa herança
Partilharão de sua luz
E nós os que ficamos
Confirmemos nossa fé
Pois Cristo é garantia
O reencontro certo é...
Bem-aventurados todos

Que desde agora e até o fim
Dormem no Senhor
Suas obras vão com ele,
Sua coroa está guardada
Será o fim de toda dor,
O fim de toda a dor
Bem-aventurados todos
Que dormem no Senhor”.

VÃO -  ROBSON FONSECA

Nenhum comentário:

Postar um comentário